O famoso “arquivo morto” não existe.

Hoje vim aqui me retratar.
“Arquivo Morto” é um termo condenado pelos arquivistas.
Tenho alguns videos no Youtube onde por diversas vezes tenho me expressado erroneamente em relação ao arquivos correntes.
Na verdade para o público que foi direcionado os vídeos acreditei que seria mais fácil as pessoas entenderem, mas isso foi um grande erro. E a turma dos arquivistas estão mais do que certos.
Embora tenho feito meu curso de arquivista a muito anos atrás, esse é um vício que trago da minha longa jornada no ambiente corporativo.
Infelizmente, a expressão “arquivo morto” ainda é muito utilizada em diversos ambientes corporativos, que é um erro. E posso dizer que na minha vivência como Consultora em Organização Empresarial quando falo arquivo corrente as pessoas não conseguem associar, e muitos clientes sempre falam Arquivo Morto.
E é aquela velha história,as vezes para se fazer entender é mais fácil falar o ditado popular. E foi ai que continuei me expressando errado Arquivo Morto.
Porém está ERRADO!!! E realmente faz sentido, pois além de depreciativo não condiz com a realidade dos acervos.
Os documentos são guardados por conta dos seus valores, principalmente informativo e probatório, o que o torna vivo porque tem uma motivação para existir, seja para servir de consulta para apoiar a administração ou para pesquisa cientifica e histórica da empresas.
É preciso enterrar de uma vez por toda o uso dessa expressão “arquivo morto” do nosso cotidiano e passar a informação correta para os desinformados de plantão e para os viciados na linguagem mais fácil como eu estava fazendo.
Então fica aqui a lição de que o famoso “Arquivo Morto” não existe.
Até o próximo papo!
Debora Monique
Consultora de Organização e Negócios

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